Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Dados gerais da cidade

Densidade pop.(hab./km2)
16.8

Superfície:
488.0km2

A área do concelho está dividida em 17 freguesias: Atenor, Cicouro, Constantim, Duas Igrejas, Genísio, Ifanes, Malhadas, Miranda do Douro, Palaçoulo, Paradela, Picote, Póvoa, São Martinho de Angueira, Sendim, Silva e Vila Chã de Braciosa.

 

Feriado municipal
10 de Julho

Festas
Nossa Senhora das Graças

Festa da Senhora da Luz

Festa de Nossa Senhora da Assunção

Romaria de Nossa Senhora do Nazo

Clima:

No planalto mirandês, vivem-se verões tórridos e secos e invernos gélidos e intermináveis.

Ditado popular associado ao clima:

«Nove meses de inverno e três de inferno»

publicado por lamietierra às 16:18
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Sé Catedral de Miranda do Douro

Esta magnífica catedral, foi sede episcopal em 1545 que valeu à vila a promoção a cidade. Em 1780, o papa decidiu a reunificação do bispado desta cidade com Bragança ficando esta como centro do bispado.

Foi no reinado de D. João III que se iniciou a construção. A sua planificação foi iniciada por Miguel de Arruda. Contudo, a obra foi iniciada sob a orientação do arquitecto bragançano Pero de Faia, coadjuvado pelos mestres espanhóis Francisco Velásquez e Pedro de La Faia.

            A primeira pedra da catedral, terá sido lançada em 1552 contudo, a obra apenas foi concluída no período filipino. Para ser erguida, foi destruída a antiga Igreja de Santa Maria, templo gótico trecentista, do reinado de D. Dinis
 Na parte anterior da catedral situa-se um jardim, onde se integram os restos do monumental claustro granítico quinhentista, seriamente danificado por um incêndio ocorrido nos começos do século XVIII. São ainda visíveis as galerias do piso térreo, com os seus arcos abatidos assentes em pilares quadrangulares. Este imponente monumeto
necessita de algumas obras de restauração 

 

publicado por lamietierra às 16:14
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Castelo de Miranda do Douro

 

 

 

 

Já no reinado de D. Henrique, Miranda do Douro tinha castelo. Este, estava arruinado, tendo sido alvo de uma restauração dado se encontrar num local estratégico. Visando incrementar o seu povoamento e defesa, a povoação recebeu aforamento em 1136. De facto, estes objectivos foram alcançados e construiu-se uma cerca, no reinado de D.Sancho I (1185-1211). em torno da povoação de Miranda caiu nas mãos do império Leonino até 1213. O foral da vila veio a ser confirmado em Coimbra, em 1217. Sob o reinado de D. Dinis (1279-1325), a povoação teve o seu foral confirmado, com o privilégio de nunca sair da Coroa (Santarém, 18 de Dezembro de 1286), sendo a defesa da vila requalificada. O Castelo de Miranda, transformado em um dos mais sólidos da raia portuguesa, deteve os repetidos ataques das forças castelhanos ao tempo de D. Fernando (1367-1383). Este monarca fez cunhar moeda em Miranda, identificada por um "M" aposto por cima do escudo das quinas. A paz com os castelhanos trouxe grande prosperidade à vila, que se tornou num dos mais importantes centros de comércio entre os dois países. Miranda do Douro tornou-se diocese e foi elevada à categoria de cidade (Carta Régia de 10 de Julho de 1545) por D. João III. Durante este primeiro período episcopal, de meados do século XVI a meados do século XVIII gozou o seu maior esplendor, como capital de Trás-os-Montes, único bispado da província e importante centro militar. Os acontecimentos militares posteriores vieram a causar a sua decadência, que se acentuou com a perda definitiva da sua categoria episcopal.

Na Guerra da Restauração da independência portuguesa (1640-1646), a cidade foi alvo de muitos ataques espanhóis com consequente paragem nos trabalhos agrícolas e no comércio. D. Joao IV, modernizou e reforçou as defesas da cidade. Mais tarde, no contexto da Guerra da Sucessão Espanhola, a cidade foi tomada à traição e a sua guarnição aprisionada (8 de Julho de 1710). Os fortes contra-ataques realizados pelos portugueses permitiram recuperar o castelo a 15 de Abril de 1711.

Em 1762, no contexto da Guerra dos Sete anos, a cidade foi invadida e saqueada pelas tropas Espanholas. A cidade resistiu até 1500, data que foi marcada por explosões de pólvora num dos paióis que, para além de devastarem o castelo, causaram muitos danos na muralha e casario. Tornando a ser recuperada, passado meio século, a cidade entraria em prontidão mais uma vez.

            Em meados do século XX as ruínas do castelo foram classificadas como Imóvel de Interesse Público por Decreto publicado em 20 de Outubro de 1955.

 

 

Características

 

 O castelo apresentava planta no formato quadrangular, sendo as suas muralhas, em granito e xisto, ameadas e reforçadas nos três ângulos externos por cubelos (dois de planta rectangular e um hexagonal), envolvendo uma considerável praça de armas, actualmente reduzida a um amplo terreiro.

A Norte, o conjunto é dominado pela Torre de Menagem, na cota de 682 metros acima do nível do mar.

A cerca da vila abarcava um perímetro total de seiscentos passos, rasgada por três portas de arco quebrado:

·         a Porta da Senhora do Amparo, ao fundo da rua da Costanilha;

·         a Porta Falsa, junto à zona do castelo; e

·         o Postigo, a leste, sobre a margem do rio Douro.

 

publicado por lamietierra às 15:32
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